A questão da política é uma das mais delicadas para o cristão, porque ela envolve a participação no mundo, e a fidelidade a Deus. E, por isso, a pergunta é: como participar da política, sem transformar o partido em ídolo? E a resposta é que o cristão pode, e deve, participar da política, mas sempre com a sua lealdade suprema a Deus, e não a um partido, ou a um candidato. E, por isso, o cristão pode participar da política, mas sem transformar o partido em ídolo, e sem colocar a política acima de Deus.
Este é um estudo sobre o cristão e política. Vamos entender como participar da política, sem transformar o partido em ídolo. E, no centro, veremos que o cristão pode participar da política, mas que a sua lealdade suprema é a Deus, e que ele não deve transformar nenhum partido, ou candidato, em ídolo, e que ele deve participar da política com sabedoria, e com fidelidade a Deus.
A autoridade vem de Deus
Primeiro, a autoridade vem de Deus. A Bíblia nos mostra que as autoridades são ordenadas por Deus, e que elas, portanto, têm uma autoridade legítima. E, por isso, o cristão deve respeitar as autoridades, e se submeter a elas, e obedecer à lei, enquanto ela não contradiz a vontade de Deus. E, por isso, a autoridade vem de Deus, e o cristão deve respeitá-la, e submeter-se a ela, mas sempre com a sua lealdade suprema a Deus.
“TODA a alma esteja sujeita às potestades superiores; porque não há potestade que não venha de Deus; e as potestades que há foram ordenadas por Deus.” (Romanos 13.1, ACF)
Essa é a verdade. As potestades são ordenadas por Deus. E, por isso, o cristão deve respeitar as autoridades, e se submeter a elas, reconhecendo que elas vêm de Deus. E, por isso, a autoridade vem de Deus, e o cristão deve respeitar, e se submeter, e obedecer à lei, enquanto ela não contradiz a vontade de Deus. E, por isso, a autoridade é ordenada por Deus, e deve ser respeitada.
Participar da política
E, por isso, o cristão pode participar da política. Ele pode votar, e se envolver, e buscar o bem comum, e a justiça, na sociedade. E, por isso, a participação política não é algo errado, e o cristão pode, e deve, participar, e se envolver, e buscar o bem da sua comunidade, e do seu país. E, por isso, o cristão pode participar da política, e ele deve fazê-lo, com sabedoria, e com fidelidade a Deus.
“Buscai o bem da cidade, para onde vos levei cativos, e orai por ela ao SENHOR; porque na sua paz tereis paz.” (Jeremias 29.7, ACF)
Essa é a chamada. Buscai o bem da cidade. E, por isso, o cristão deve buscar o bem da sua comunidade, e do seu país, e orar por ele, e participar, e se envolver, para o bem comum. E, por isso, a participação política não é algo errado, e o cristão deve buscar o bem da cidade, e orar por ela, e participar, para o bem comum, e para a justiça.
Sem transformar o partido em ídolo
E, por isso, o cristão deve participar da política, sem transformar o partido em ídolo. Ele deve ter a sua lealdade suprema a Deus, e não a um partido, ou a um candidato, e ele não deve colocar a política acima de Deus. E, por isso, o cristão não deve idolatrar um partido, ou um candidato, e ele deve sempre lembrar que a sua cidadania suprema é o reino de Deus. E, por isso, o cristão participa da política, mas sem ídolos.
“A nossa cidade, porém, está nos céus, de onde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo.” (Filipenses 3.20, ACF)
Essa é a nossa cidade. A nossa cidade está nos céus. E, por isso, a cidadania suprema do cristão é o reino de Deus, e não um país, ou um partido. E, por isso, o cristão participa da política, mas ele sabe que a sua cidadania suprema é o céu, e que ele não deve transformar nenhum partido, ou nação, em ídolo. E, por isso, o cristão participa da política, sem ídolos.
A lealdade suprema a Deus
E, por isso, a lealdade suprema do cristão é a Deus. Ele deve amar a Deus acima de tudo, e a sua lealdade a Deus é maior do que a sua lealdade a qualquer partido, ou nação. E, por isso, se um partido, ou uma política, contradiz a vontade de Deus, o cristão deve desobedecer, e obedecer a Deus, e não ao partido. E, por isso, a lealdade suprema do cristão é a Deus, e ele deve obedecer a Deus, e não a um partido, quando eles se contradizem.
“Mais importa obedecer a Deus do que aos homens.” (Atos 5.29, ACF)
Essa é a verdade. Mais importa obedecer a Deus do que aos homens. E, por isso, a lealdade suprema do cristão é a Deus, e ele deve obedecer a Deus, e não aos homens, quando eles se contradizem. E, por isso, se um partido, ou uma política, contradiz a vontade de Deus, o cristão deve obedecer a Deus, e não ao partido. E, por isso, a lealdade suprema do cristão é a Deus.
Sabedoria e prudência
E, por isso, o cristão deve participar da política, com sabedoria, e com prudência. Ele deve ser sábio, e não se deixar levar por extremos, e deve buscar a justiça, e o bem comum, e a verdade, e ele deve participar de forma ética, e fiel. E, por isso, a participação política do cristão deve ser marcada pela sabedoria, pela prudência, e pela ética, e não pela raiva, ou pelo extremismo. E, por isso, o cristão deve participar com sabedoria.
“Vê, pois, que andes prudentemente, e não como nego, mas como sábio; remindo o tempo, porque os dias são maus.” (Efésios 5.15-16, ACF)
Essa é a chamada à sabedoria. Andar prudentemente, como sábio., remindo o tempo, porque os dias são maus. E, por isso, o cristão deve participar da política, com sabedoria, e com prudência, e remir o tempo, e buscar o bem, mesmo em dias maus. E, por isso, a participação política do cristão deve ser sábia, e prudente, e ética, e ela deve buscar o bem, e a justiça, e a verdade.
E, por isso, o cristão, ao participar da política, deve fazê-lo com o coração em Deus, e com sabedoria, e com prudência, e com verdade, e ele deve evitar os extremos, e a polarização, e a raiva, e deve buscar a justiça, e o bem comum, e a reconciliação. E, por isso, a participação política do cristão deve ser marcada pelo amor, e pela verdade, e pela sabedoria, e ela deve buscar a glória de Deus, e o bem do próximo, e não a simples vitória de um partido, ou de uma ideologia. E, por isso, o cristão participa da política com sabedoria, e com amor, e com verdade.
Participar, mas sem ídolo
No fim, o cristão pode participar da política, mas sem transformar o partido em ídolo. Ele pode votar, e se envolver, e buscar o bem comum, mas a sua lealdade suprema é a Deus, e não a um partido, ou a um candidato. E, por isso, o cristão participa da política, mas com sabedoria, e com fidelidade a Deus, e sem ídolos, e ele busca o bem da cidade, e a justiça, e a verdade, e a glória de Deus.
Que você, então, participe da política, mas sem transformar o partido em ídolo. Vote, e envolva-se, e busque o bem comum, e a justiça, mas a sua lealdade suprema é a Deus, e não a um partido, ou a um candidato. E, por isso, participe da política, com sabedoria, e com prudência, e com fidelidade a Deus, e sem transformar nenhum partido, ou candidato, em ídolo.
E, por fim, mantenha a sua lealdade suprema a Deus. Participe da política, e busque o bem comum, e a justiça, mas lembre-se de que a sua cidadania suprema é o reino de Deus, e que a sua lealdade suprema é a ele, e não a um partido. E, assim, você participará da política, sem ídolos, e com sabedoria, e com fidelidade a Deus, e a sua participação política glorificará a Deus, e buscará o bem, e a justiça, e a verdade.


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